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Medicina paliativa garante qualidade de vida para pacientes com doenças terminais

Pacientes que se submetem a algum tratamento estão sujeitos a ouvir do médico que não há mais recursos para reverter a doença. É quando surge como opção a medicina de cuidados paliativos, responsável por promover a qualidade de vida do enfermo e dos familiares por meio da prevenção e alívio do sofrimento.

A prática é semelhante à já realizada pela Assistência Médica Domiciliar (AMD), mas com uma abordagem mais ampla. Os pacientes e parentes são atendidos por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos, enfermeiros, assistentes sociais, fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos.

Os trabalhos são realizados na residência do paciente ou em alas de hospitais e clínicas especializadas, diminuindo os riscos de infecções hospitalares. Dessa maneira, cria-se a humanização no tratamento, com o auxílio de tratamentos terapêuticos aplicados nas áreas emocional, física, social e até espiritual, favorecendo o bem-estar dos envolvidos.

Quando surgiu na década de 1990, os cuidados paliativos eram destinados para o tratamento oncológico. Atualmente, atende qualquer ser humano diagnosticado com alguma doença que ameace a continuidade da vida.

“O método da medicina paliativa garante completamente a qualidade de vida do paciente. Em alguns casos, volta a andar e a interagir com a família e os amigos. E a ideia é justamente fazer com que os últimos momentos sejam os melhores possíveis, de modo que ele não fique somente em um leito de hospital, mas que tenha uma vida ativa”, afirma o médico intensivista e paliativista Rodrigo Furtado, coordenador do Programa de Cuidados Paliativos – “Cuidar Mais – Por Uma Medicina Baseada na Pessoa”, realizado no Rio Grande do Norte.

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